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	<title>Ilíquido &#187; alojamento</title>
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	<description>Wordpress, Adsense, SEO, ganhar dinheiro online, blogues, como se faz</description>
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		<title>Disponibilidade do site</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 20:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O site esteve vários dias indisponível em virtude de uma explosão/incêndio num transformador de corrente no Datacenter da empresa de hospedagem The Planet situada nos EUA. Não sei se nós próximos haverá mais alguns tempos de indisponibilidade mas é tempo de fazer mais uma cópia de segurança não vá o diabo tece-las&#8230; Publicado em IliquidoDisponibilidade [...]<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/disponibilidade-do-site/">Disponibilidade do site</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site esteve vários dias indisponível em virtude de uma explosão/incêndio num transformador de corrente no Datacenter da empresa de hospedagem The Planet situada nos EUA.</p>
<p>Não sei se nós próximos haverá mais alguns tempos de indisponibilidade mas é tempo de fazer mais uma cópia de segurança não vá o diabo tece-las&#8230;</p>
<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/disponibilidade-do-site/">Disponibilidade do site</a></p>
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		<title>Guia de instalação do WordPress &#8211; parte II</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 16:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na primeira parte do artigo encontram as seguintes fases: Fazer o download do software wordpress.Ver aqui. Transferir e instalar um cliente FTP. Ver aqui. Transferir software WordPress para o nosso site. Ver aqui. 4. Criar uma base de dados MySQL Com o plano de alojamento podemos já ter uma base de dados MySQL associado à [...]<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-ii/">Guia de instalação do WordPress &#8211; parte II</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira parte do artigo encontram as seguintes fases:</p>
<ol>
<li>Fazer o <em>download</em> do software wordpress.Ver <a title="Capitulo I" href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-i#capI" target="_blank">aqui</a>.</li>
<li>Transferir e instalar um cliente FTP. Ver <a title="Capitulo II" href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-i#capII" target="_blank">aqui</a>.</li>
<li>Transferir software WordPress para o nosso site. Ver <a title="Capitulo III" href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-i#capIII" target="_blank">aqui</a>.</li>
</ol>
<h3 id="capIV">4. Criar uma base de dados MySQL</h3>
<p>Com o plano de alojamento podemos já ter uma base de dados <strong>MySQL </strong>associado à nossa conta ou é possível criar através de um processo automático. Para criar uma base de dados manualmente temos várias hipóteses:<span id="more-12"></span></p>
<ul>
<li>Através do <strong>phpMyAdmin</strong></li>
<li>Através do <strong>CPanel</strong>/<strong>Plesk</strong></li>
<li>Através de um cliente <strong>MySQL</strong></li>
</ul>
<h4>4.1 Criar uma base de dados através do phpMyAdmin</h4>
<p>Para aceder ao <strong>phpMyAdmin </strong>temos que entrar no painel de administração do nosso site. As imagens a seguir apresentadas terão como base o <strong>CPanel </strong>como painel de administração.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_01.png" alt="" /></p>
<p>Depois de entrar no <strong>CPanel</strong>, na secção <strong>Databases </strong>temos acesso ao <strong>phpMyAdmin</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_02.png" alt="" /></p>
<p>Se ao abrir o <strong>phpMyAdmin </strong>aparecer a informação &#8220;Sem privilégios&#8221; como ilustrado no rectângulo vermelho da imagem em acima, vamos ter que criar a base de dados pelo <strong>CPanel</strong>(podemos passar para a <a href="http://www.iliquido.com/wp-admin/post.php#mysql_cpanel">secção seguinte</a>).</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_03.png" alt="" /></p>
<p>Se não houver falta de privilégios podemos criar a nossa base de dados. O nome que eu escolhi é <strong>&#8220;wordpress&#8221;</strong>, como a imagem documenta, e clicamos em <strong>&#8220;Criar&#8221;</strong></p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_04.png" alt="" /></p>
<p>Escolhemos o separador <strong>&#8220;Privilégios&#8221;</strong> da parte de cima da janela &#8211; rectângulo n.º1. A cada base de dados temos que associar um utilizador. Para criar um, vamos clicar <strong>&#8220;Acrescente um Utilizador&#8221;</strong> &#8211; ver rectângulo n.º 2.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_05.png" alt="" /></p>
<p>Na nova janela vamos preencher os seguintes campos: <strong>&#8220;Nome de Utilizador&#8221;</strong>, <strong>&#8220;Palavra-passe&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Confirma&#8221;</strong>. Neste exemplo escolhi como nome de utilizador &#8211; &#8220;wordpress&#8221;. Devem escolher nomes e palavras-passe mais complexas que os exemplos que estou a dar. Tomem nota do nome e palavra-passe escolhida porque serão necessários mais tarde.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_06.png" alt="" /></p>
<p>Depois de criado o utilizador, vamos atribuir os privilégios ao mesmo. Clicamos novamente no separador <strong>&#8220;Privilégios&#8221;</strong>, o nosso novo utilizador já aparece(ver imagem acima), e depois no ícone mais à direita.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_07.png" alt="" /></p>
<p>Na próxima janela, na secção <strong>&#8220;Privilégios especificos da Base de Dados&#8221;</strong>, escolhemos a nossa base de dados &#8220;WordPress&#8221; da caixa de combinação. A janela irá actualizar-se automaticamente.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_08.png" alt="" /></p>
<p>Vamos escolher todos os privilégios e depois clicar <strong>&#8220;Executa&#8221;</strong> &#8211; ver imagem em baixo.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_09.png" alt="" /></p>
<p align="left">Para finalizar verificamos qual o nome do servidor onde está instalado a base de dados que criamos. Geralmente será &#8220;LocalHost&#8221;. Ver rectângulo vermelho da imagem em baixo.</p>
<h4 id="mysql_cpanel">4.2 Criar uma base de dados através do CPanel</h4>
<p>Os procedimentos a efectuar para criar uma base de dados no <strong>CPanel </strong>são praticamente os mesmos que no caso do <strong>phpMyAdmin</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_01.png" alt="" /></p>
<p>Acedemos à secção <strong>&#8220;Databases&#8221; </strong>do painel de administração e clicamos sobre <strong>&#8220;MySQL Databases&#8221;</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_10.png" alt="" /></p>
<p>Na nova janela escrevemos o nome da base de dados na secção &#8220;Create New Databases&#8221; e depois clicamos no botão em &#8220;Create Database&#8221;. As empresas de alojamento têm, por questões de segurança, o costume de colocar o nosso nome de utilizador de acesso ao painel de administração como prefixo do nome da base de dados. Por exemplo, se o seu nome de utilizador for “maria” então o nome do da base de dados será “maria_wordpress. Tome atenção ao nome do sua base de dados assim que for criado. Nas imagens o nome de utilizador do foi propositadamente apagado.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_11.png" alt="" /></p>
<p>Depois de criada a base de dados com sucesso, o nome vai constar na secção <strong>&#8220;Current Databases&#8221;</strong> &#8211; ver imagem acima.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_12.png" alt="" /></p>
<p>Precisamos agora criar um utilizador e associar-lo à base de dados que criamos. Na Secção <strong>&#8220;Add User&#8221;</strong>, escolhemos o <strong>&#8220;Username&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Password&#8221; </strong>e clicamos no botão <strong>&#8220;Create User&#8221;</strong>. O nome do utilizador terá também o mesmo prefixo automaticamente atribuído como no caso do nome da base de dados.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_13.png" alt="" /></p>
<p>Na secção <strong>&#8220;Add User To Database&#8221;</strong>, vamos associar o nosso utilizador à base de dados, escolhemos ambos de caixas de combinação e depois clicamos <strong>&#8220;Submit&#8221;</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_14.png" alt="" /></p>
<p>Na nova janela escolhemos todos os privilégios(&#8220;<strong>ALL PRIVILEGES&#8221;</strong>) e depois clicamos no botão <strong>&#8220;Make Changes&#8221;</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/mysql_15.png" alt="" /></p>
<p>Depois de efectuado todos os passos, a secção <strong>&#8220;Current Databases&#8221;</strong> terá o aspecto parecido como da imagem acima.</p>
<h4>4.3 Criar uma base de dados através de um cliente <strong>MySQL</strong></h4>
<p>Se tiver acesso &#8220;Shell&#8221; ao servidor e tiver privilégios de criar novas base de dados e utilizadores, se estiver à vontade na linha de comandos pode seguir a sessão seguinte.</p>
<pre class="brush: xml;">$ mysql -u adminusername -p

Enter password:

Welcome to the MySQL monitor.  Commands end with ; or g.

Your MySQL connection id is 5340 to server version: 3.23.54

Type 'help;' or 'h' for help. Type 'c' to clear the buffer.

mysql&gt; CREATE DATABASE databasename;

Query OK, 1 row affected (0.00 sec)

mysql&gt; GRANT ALL PRIVILEGES ON databasename.* TO &quot;wordpressusername&quot;@&quot;hostname&quot; -&gt; IDENTIFIED BY &quot;password&quot;;

Query OK, 0 rows affected (0.00 sec)

mysql&gt; FLUSH PRIVILEGES;

Query OK, 0 rows affected (0.01 sec)

mysql&gt; EXIT

Bye

$</pre>
<p>No exemplo anterior:</p>
<ul>
<li><em>adminusername </em>será geralmente root ou outro com privilégios equivalentes</li>
<li>wordpress ou blog será um bom valor para <em>databasename</em></li>
<li>wordpress é um bom valor para <em>wordpressusername</em></li>
<li>Localhost será o nome de <em>hostname.</em> Se não tem a certeza comunique com o administrador de sistemas ou com o suporte do alojamento.</li>
<li><em>password </em>deverá ser uma palavra-passe difícil de adivinhar com uma mistura de letras e algarismos.</li>
</ul>
<p>Anote <em>databasename, </em><em>wordpressusername, hostname </em>e<em> </em><em>password.</em></p>
<h3 id="capIV">5. Instalação do WordPress</h3>
<p>Chegando a esta fase já estamos preparados para finalmente instalar e começar a utilizar o WordPress. Num browser vamos abrir o site onde instalamos o wordpress. Seguindo os exemplos seria qualquer coisa deste género <strong>http://www.nossodominio.com/blog </strong>ou se não foi criado nenhuma pasta será do tipo <strong>http://www.nossodominio.com</strong>, se tudo estiver correcto deverá aparecer uma página idêntica à imagem em baixo. Se houver algum erro verifique onde realmente instalou os ficheiros wordpress.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_01.png" alt="" /></p>
<p>Como se pode ler na imagem acima, o ficheiro de configuração não foi encontrado. Este ficheiro contém os dados de acesso à base de dados e é essencial para o uso do wordpress. Podemos alterar o ficheiro manualmente e depois transferir-lo para o site ou seguir a interface web para criar-lo. Para iniciar o processo clicamos em &#8220;criar um ficheiro wp-config.php através da interface web&#8221;.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_02.png" alt="" /></p>
<p>Depois de lido as informações, <strong>vamos avançar</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_03.png" alt="" /></p>
<p>Preenchemos os campos indicados. No caso do campo &#8220;Prefixo da Tabela&#8221; podemos deixar este valor por defeito. Este campo existe no caso de queremos configurar outro blogue na mesma base de dados, mas cada blogue terá que ter o seu endereço individual.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_04.png" alt="" /></p>
<p>O sistema wordpress confirmou os dados introduzidos e podes <strong>executar a instalação</strong>.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_05.png" alt="" /></p>
<p>Ainda antes de <strong>instalar o WordPress</strong> precisamos de introduzir o nome do nosso blogue e um endereço de email válido.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_06.png" alt="" /></p>
<p>Depois de uma instalação do wordpress com sucesso, é-nos informado os dados para ter acesso ao back-office do wordpress. Neste caso, o nome de utilizador é admin e a senha é 43dd47. Vamos iniciar a sessão pelo endereço do blogue acrescentando wp-login.php, ou seja, <strong>http://www.nossodominio.com/blog/wp-login.php</strong></p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_07.png" alt="" /></p>
<p>Introduzimos os dados pedidos para inicializar a sessão.</p>
<p align="left"><img src="/images/wordpress_08.png" alt="" /></p>
<p>Já cá estamos dentro. Aquando da instalação do wordpress existe um artigo exemplo já publicado, para verificar que o frontoffice está correcto abrirmos outra página com o endereço do blog <strong>http://www.nossodominio.com/blog</strong>.</p>
<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-ii/">Guia de instalação do WordPress &#8211; parte II</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Guia de instalação do WordPress &#8211; parte I</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jan 2008 11:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste artigo vou descrever sucintamente os passos necessários para instalar o wordpress num servidor remoto com domínio próprio. Mas antes de passar-mos efectivamente para a fase de instalação temos que fazer uma checklist do que precisamos ter: Acesso a um servidor web(ou via FTP ou shell) Um servidor web com php e mysql disponíveis Um [...]<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-i/">Guia de instalação do WordPress &#8211; parte I</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste artigo vou descrever sucintamente os passos necessários para instalar o wordpress num servidor remoto com domínio próprio. Mas antes de passar-mos efectivamente para a fase de instalação temos que fazer uma checklist do que precisamos ter:</p>
<ul>
<li>Acesso a um servidor web(ou via FTP ou shell)</li>
<li>Um servidor web com php e mysql disponíveis</li>
<li>Um editor de texto</li>
<li>Um cliente FTP, que vai servir para transferir os ficheiros de e para o servidor remoto.</li>
<li>Um browser para aceder ao nosso site</li>
<li>O software wordpress para instalar</li>
</ul>
<p><span id="more-11"></span>Se o plano de alojamento incluir os scripts Fantastico a instalação do wordpress será mais fácil. Com 3 cliques de rato podemos instalar e configurar um blogue baseado em software wordpress. O único senão será a versão instalado do wordpress que poderá ser uma versão desactualizada e/ou a versão inglesa, o que de qualquer forma implicará uma alteração manual para actualizar e localizar para português.</p>
<h3 id="capI">1.  Fazer o <em>download</em> do software wordpress</h3>
<p>Como já foi referido num artigo anterior, o wordpress é um software FLOSS, ou seja, livre e de código aberto. Para instalar o software no site temos que fazer o <em>download</em> da última versão. Podemos fazer isso em <a href="http://wordpress.org/download/" title="Download WordPress" target="_blank">www.wordpress.org</a> para a versão inglesa ou em <a href="http://www.wordpress-pt.com/downloads/" title="Wordpress versão portuguesa" target="_blank">www.wordpress-pt.com</a> para a versão portuguesa. No site português existe outro <a href="http://www.wordpress-pt.com/2007/11/19/manual-ilustrado-de-instalacao-do-wordpress/" title="manual ilustrado" target="_blank">manual ilustrado</a> para a instalação do wordpress com uma técnica diferente.  Depois de completado o <em>download </em>vamos descompactar os ficheiros para uma pasta do nosso pc.</p>
<h3 id="capII">2. Transferir e instalar um cliente FTP</h3>
<p>O serviço de alojamento deve permitir acesso FTP(File Transfer Protocol) do pc local para o servidor web. A aplicação utilizada para  a transferência de ficheiros entre pc e servidor web é denominado de <strong>cliente FTP</strong>.  O cliente FTP que sugiro é <a href="http://filezilla-project.org/" title="Fillzilla - cliente FTP" target="_blank">Fillzilla</a>, uma aplicação simples e gratuita e com versões para Windows, Mac OSX e Linux. Depois de terminado o <em>download</em>, vamos executar o ficheiro para proceder à instalação.</p>
<h4>2.1. Instalação do Filezilla</h4>
<p>As imagens que se seguem referem-se à instalação do FileZilla num computador com o Windows XP como sistema operativo.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_1.png" /></p>
<p align="left">Depois de ler a licença e se concordar seleccionamos &#8220;I agree&#8221; para continuar. Nesta fase o FileZilla está em inglês mas na utilização estará localizada para português.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_2.png" /></p>
<p align="left">Vamos dar acesso ao programa a todos os utilizadores do pc local. Carregar em &#8220;Next&#8221;</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_3.png" /></p>
<p align="left">Podemos seleccionar todos componentes e depois &#8220;Next&#8221;.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_4.png" /></p>
<p align="left">Podemos deixar a pasta predefinida para o local de instalação e carregamos em &#8220;Next&#8221;.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_5.png" /></p>
<p align="left">Escolher a pasta onde instalar os atalhos no menu Iniciar e clicar em &#8220;Install&#8221; para proceder à instalação completa do FileZilla.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_6.png" /></p>
<p align="left">Se chegaram aqui tudo correu bem e a instalação está completa.</p>
<h4>2.2. Configuração do FileZilla</h4>
<p>Finalizando a instalação vamos executar o FileZilla para proceder à sua configuração. A empresa que contratamos o serviço de alojamento deverá ter enviado os dados para o acesso à nossa conta por FTP. Como estes dados permitem o acesso ao painel de administração do site temos que ter o cuidado de os guardar e não partilhar com ninguém. Na primeira hipótese devemos alterar a palavra-passe de acesso para uma da nossa escolha.</p>
<p>Depois de executar o Filezilla vamos ver a sua apresentação pela primeira vez. Podemos definir 4 zonas.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_7.png" /></p>
<p align="left">Na <strong>zona 1</strong>, vemos o relatório de mensagens entre o servidor remoto e o computador local. Na <strong>zona 2</strong> temos um janela que representa a árvore de pastas e ficheiros locais, muito parecido com o Explorador do Windows. A <strong>zona 3</strong> é idêntica à zona 2 mas as pastas e ficheiros são do servidor web remoto. Na <strong>zona 4</strong> temos a lista de transferência de ficheiros entre o pc local e servidor remoto web, ou vice versa.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_8.png" /></p>
<p align="left">No menu <strong>Ficheiro-&gt;Gestor de Sites</strong> e com os dados de acesso vamos criar um atalho para aceder remotamente ao nosso servidor web remoto.  Os únicos campos que precisamos preencher agora são: <strong>Anfitrião, Tipo de Servidor, Tipo de início de sessão, utilizador e palavra-passe</strong>. Podemos dar um nome ao atalho que irá aparecer no lado esquerdo. No exemplo da imagem acima estão definidos dois atalhos, o &#8220;demoura.eu&#8221; e &#8220;Novo sitio&#8221;. Carregamos em OK para fechar a janela.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_9.png" /></p>
<p>Para aceder ao atalho, clicamos no primeiro ícone da barra de ferramentas(Ver imagem acima), seleccionamos o atalho/sítio pretendido para estabelecer uma ligação com esse site.</p>
<h3 id="capIII">3. Tranferir o software wordpress para o site</h3>
<p>Depois de estabelecer uma ligação ao servidor remoto temos que escolher a localização/endereço do blogue. No painel de administração do alojamento podemos definir qual a pasta a ser utilizada como &#8220;Home&#8221; ou início do site, em regra é uma pasta chamada <strong>www </strong>ou <strong>public_html</strong>. Se pretendemos que o blogue esteja na raiz do domínio, seleccionamos a pasta www na zona 3, se quiseremos instalar para uma pasta diferente temos que criar esse local, neste exemplo vou querer o blogue em <strong>www.iliquido.com/blog</strong>. Para isso preciso de criar uma pasta &#8220;blog&#8221; dentro da pasta www.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_10.png" /></p>
<p>Para criar a pasta, selecciono primeiro a pasta raiz(neste caso www), com o botão do lado direito do rato escolho a opção &#8220;Criar pasta&#8221;.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_11.png" /></p>
<p>Irá aparecer uma pequena caixa de texto para introduzir-mos o nome da pasta, neste caso &#8220;/www/blog/&#8221;. Atenção especial ao sentido do separador de pastas &#8220;/&#8221;, são diferentes das normalmente utilizadas no Windows Explorer.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_12.png" /></p>
<p>Depois de criada a pasta, clicamos duas vezes sobre a mesma para mudar-mos para ela, no endereço remoto devemos ter &#8220;/www/blog/&#8221;. Na zona 2 devemos ter o endereço local apontar para a pasta onde extrair-mos o wordpress. Seleccionamos todos os ficheiros na parte de baixo da zona 2(ver imagem acima) e com o botão direito do rato, escolhemos a opção &#8220;Enviar&#8221;.</p>
<p align="left"><img src="/images/filezilla_13.png" /></p>
<p>Na zona 4 podemos observar o estado da trasnferência e os ficheiros ainda pendentes para serem enviados para o nosso site remoto. A transferência dos ficheiros poderá demorar alguns minutos.</p>
<p>Decidi dividir o artigo em duas partes. A segunda parte encontras-as <a href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-ii/" title="Guia de Instalação - parte ii">aqui </a></p>
<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/guia-de-instalacao-do-wordpress-parte-i/">Guia de instalação do WordPress &#8211; parte I</a></p>
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		<item>
		<title>Escolher um sistema de blogues</title>
		<link>http://www.iliquido.com/2008/escolher-um-sistema-de-blogues/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 18:41:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Podemos dividir os sistemas de blogues em dois grandes grupos, os instalados pelos utilizadores num alojamento e os serviços de blogues em que não é preciso instalar nada da nossa parte. No primeiro grupo existe ainda uma sub divisão, as aplicações FLOSS(Free/Libre/Open Source Software), ou seja, gratuitas e livres de serem alteradas por nós, e [...]<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/escolher-um-sistema-de-blogues/">Escolher um sistema de blogues</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Podemos dividir os sistemas de blogues em dois grandes grupos, os instalados pelos utilizadores num alojamento e os serviços de blogues em que não é preciso instalar nada da nossa parte. No primeiro grupo existe ainda uma sub divisão, as aplicações FLOSS(Free/Libre/Open Source Software), ou seja, gratuitas e livres de serem alteradas por nós, e as aplicações sobre licença, podendo a licença ser paga ou não. No caso de alguns sistemas FLOSS pode existir contratos de manutenção comerciais.<span id="more-10"></span></p>
<p><strong>Alguns exemplos de aplicações FLOSS para serem utilizados como blogues:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://rollerweblogger.org/project/" target="_blank">Apache Roller</a> (baseado em Java)</li>
<li><a href="http://b2evolution.net/" target="_blank">b2evolution </a>(PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://www.blosxom.com/" target="_blank">blosxom </a>(Perl)</li>
<li><a href="http://pyblosxom.sourceforge.net/" target="_blank">PyBlosxom</a> (Python)</li>
<li><a href="http://www.dotclear.net/" target="_blank">Dotclear </a>(PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://drupal.org/" target="_blank">Drupal </a>(PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://elgg.org/" target="_blank">Elgg </a>(Linux, Apache, MySQL e PHP)</li>
<li><a href="http://community.livejournal.com/lj_dev/" target="_blank">Livejournal </a>(Perl) (Também disponível em  serviço gratuito próprio)</li>
<li><a href="http://lifetype.net/" target="_blank">LifeType </a>(PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://www.movabletype.org/" target="_blank">Movable Type</a> (Também disponível como serviço pago chamado de TypePad)</li>
<li><a href="http://nucleuscms.org/" target="_blank">Nucleus CMS</a> (PHP)</li>
<li><a href="http://www.pixelpost.org/" target="_blank">Pixelpost</a> (PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://s9y.org/" target="_blank">Serendipity </a>(PHP/MySQL,PostgreSQL,SQLlite)</li>
<li><a href="http://www.subtextproject.com/" target="_blank">Subtext </a>(C#/ASP.NET)</li>
<li><a href="http://www.textpattern.com/" target="_blank">Textpattern </a>(PHP/MySQL)</li>
<li><a href="http://typo3.com/" target="_blank">Typo </a>(Ruby on Rails)</li>
<li><a href="http://www.wordpress.org" target="_blank">WordPress </a>(PHP/MySQL) (Também disponível em  serviço gratuito  como wordpress.com)</li>
<li><a href="http://mephistoblog.com/" target="_blank">Mephisto </a>(Ruby on Rails)</li>
</ul>
<p><strong>Aplicações sobre licença:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://expressionengine.com/" target="_blank">ExpressionEngine</a></li>
<li><a href="http://radio.userland.com/" target="_blank">Radio UserLand</a></li>
<li><a href="http://traction.tractionsoftware.com/rs/home" target="_blank">Traction TeamPage</a></li>
</ul>
<p>A licença pode variar conforme os objectivos do blogue, por exemplo, para uso pessoal a licença pode ser gratuita mas poderá ter algumas restrições.</p>
<p><strong>Serviço de blogues </strong></p>
<ul>
<li>Battle Blog</li>
<li><a href="http://www.blog.pt" target="_blank">Blog.com</a></li>
<li>Blogabond</li>
<li><a href="http://www.blogger.com" target="_blank">Blogger</a> da Google</li>
<li>Blogging Systems</li>
<li>Blogonize</li>
<li>Blue Kaffee</li>
<li>DeadJournal</li>
<li>GreatestJournal</li>
<li><a href="http://www.livejournal.com/" target="_blank">LiveJournal</a></li>
<li><a title="MySpace" href="http://myspace.com" target="_blank">MySpace</a></li>
<li>NooBlog.pl</li>
<li>Open Diary</li>
<li>Square Space</li>
<li><a href="http://www.typepad.com/" target="_blank">TypePad</a>(O serviço é pago)</li>
<li>Typo</li>
<li><a href="http://home.services.spaces.live.com/" target="_blank">Windows Live Spaces</a></li>
<li><a href="http://www.wordpress.com" target="_blank">WordPress.com</a></li>
<li>Xanga</li>
<li>Vox</li>
<li><a href="http://www.blogs.sapo.pt" target="_blank">Sapo.pt</a></li>
</ul>
<p>Nos serviços de blogues o alojamento é gratuito menos nos casos assinalados. O nosso endereço será sempre um sub-domínio da empresa que presta o dito serviço. Em alguns casos existe a possibilidade de re-publicar o conteúdo num domínio nosso.</p>
<p>No próximo artigo vou escrever um guia para a instalação do wordpress num domínio próprio com alojamento próprio.</p>
<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2008/escolher-um-sistema-de-blogues/">Escolher um sistema de blogues</a></p>
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		<title>Alojamento do site &#8211; parte II</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 16:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje vou continuar o artigo sobre alojamento que comecei na última semana. Podem ler a primeira parte aqui. Comprar o serviço de alojamento deve ser como comprar outro bem ou serviço, temos que fazer uma pesquisa do mercado para obter a melhor relação preço/qualidade/características do serviço. O preço é um factor importantíssimo em qualquer compra, [...]<p>Publicado em <a href="http://www.iliquido.com">Iliquido</a><br/><br/><a href="http://www.iliquido.com/2007/alojamento-do-site-parte-ii/">Alojamento do site &#8211; parte II</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vou continuar o artigo sobre alojamento que comecei na última semana. Podem ler a primeira parte <a href="http://demoura.eu/blog/2007/alojamento-do-site-parte-i/" title="Alojamento - parte I" target="_blank">aqui</a>. Comprar o serviço de alojamento deve ser como comprar outro bem ou serviço, temos que fazer uma pesquisa do mercado para obter a melhor relação preço/qualidade/características do serviço.</p>
<p>O <strong>preço </strong>é um factor importantíssimo em qualquer compra, no alojamento podemos ter desde o gratuito até algumas dezenas de euros por mês. As empresas de alojamento, em regra, tem variados planos de alojamento, variando algumas das suas características. Cabe a nós escolher a que melhor nos adequa. Os alojamentos gratuitos podem ter quase todas as características dos serviços pagos, a diferença poderá ser no suporte que não está incluído, por isso, o gratuito pode sair caro. Aquando da pesquisa de empresa para o serviço de alojamento ou webhosting, vão encontrar muitas empresas, nacionais e estrangeiras. Isto porquê? Porque um dos planos vendidos é o de revendedor, ou seja, se eu comprasse um plano de revendedor também eu podia vender o serviço de alojamento e o serviço de registo de domínios. Pode ser um bom negócio. Comprar um plano revendedor e vender a alguns clientes e temos o nosso alojamento pago.<span id="more-6"></span></p>
<p>Escolher uma <strong>empresa portuguesa ou estrangeira</strong>?  A maior parte das empresas são revendedores, ou seja, mesmo escolhendo uma empresa portuguesa o alojamento físico poderá estar no estrangeiro. Aqui entra o <strong>suporte </strong>que pretendemos ter, em português ou língua estrangeira. Pelo menos em termos linguísticos sempre será mais fácil entrar em contacto com uma empresa portuguesa, e se o contacto for telefónico ficará mais em conta. Geralmente o suporte poderá ser efectuado por email, via IRC, via fórum, enviar tickets pela área de clientes ou por telefone. É de notar que se os servidores estiverem noutro país, irá ser contabilizado como tráfego internacional para os seus visitantes de Portugal. Outro nível de suporte, mas muito importante, é a política de <strong>backup&#8217;s</strong> feitas pela empresa de alojamento. Por vezes fazemos asneiras e só verificamos tarde de mais, com <strong>os backup diário</strong>s podemos facilmente recuperar toda a informação do site.</p>
<p>Devido aos conteúdos que se pretende colocar online o <strong>espaço em disco</strong> fornecido pode ser importante. Os planos básicos fornecem geralmente entre 50Mb e 250Mb, que será suficiente para um site com um blogue, mas se prevê utilizar muitas de imagens ou outro elementos multimédia poderá ter que escolher um plano com mais espaço em disco ou comprar mais espaço quando a necessidade surgir.</p>
<p>Na escolha do plano temos que ter em conta o <strong>tráfego mensal incluído</strong>. Se este limite for ultrapassado o site poderá ficar indisponível até ao final do mês. Se o blogue tiver alguma exposição, como por exemplo, &#8220;O site do dia&#8221; da Sapo, ser <a href="http://www.digg.com" title="Digg.com" target="_blank">Digged </a>ou <a href="http://slashdot.org" title="Slashdot.org" target="_blank">Slashdotted</a>, poderá ter um aumento exponencial de visitas diárias ao site e assim facilmente ultrapassar o limite. Podemos fazer contas de cabeça para verificar se o tráfego vai servir ou não. Vamos imaginar que na página de abertura carrega 1Mb entre imagens e texto, e temos um limite de tráfego de 10Gb. Fazendo as contas, podemos ter 10Gb/1Mb =10000 visitas por mês, +/-320 visitas diárias. No início do nosso projecto poderá ser suficiente, mas se conseguimos alguma notoriedade talvez seja necessário adquirir mais tráfego ou mudar para um plano mais vantajoso.</p>
<p>Poderá existir um <strong>número máximo de caixas de correio</strong> que se podem criar. Dependendo do objectivo do site, esta característica pode ser uma questão menor. Associado às caixas de correio electrónico devemos ter acesso <strong>IMAP/Pop3/Smtp</strong> e por via <strong>webmail</strong>, servidores com <strong>anti-virús</strong> e <strong>anti-spam</strong>.</p>
<p>Alguns planos de alojamento já incluem a possibilidade ter <strong>vários domínios</strong>, <strong>subdomínios </strong>e <strong>domínios parqueados</strong> enquanto em outros poderá ser considerado um extra. Associado ao plano temos o nosso domínio principal, mas podemos aproveitar o <strong>espaço em disco</strong> e <strong>tráfego </strong>para alojar outro domínio, também chamado de <strong>&#8220;add-on domain&#8221; ou domínios adicionais</strong>, sem aumentar os custos. Os <strong>domínios parqueados</strong> são como o nome &#8220;indica&#8221;, trata-se de um domínio que ficará &#8220;estacionado&#8221; no seu site. Como vimos antes, o seu site tem um domínio principal, mas poderá ter outros domínios &#8220;parqueados&#8221; ou &#8220;estacionados&#8221;, que abrirão as mesmas páginas do site ou, se desejar, directorias existentes no site. Se forem ver o <a href="http://www.noticias.pt" title="Notícias.pt" target="_blank">www.notícias.pt</a> é um exemplo de um domínio parqueado. Podemos considerar os &#8220;add-on&#8221; domains como domínios parqueados, mas os primeiros geralmente tem mais conteúdo. Se tivermos mais que um domínio alojado o limite do tráfego terá que ser repartido pelos vários domínios, se exceder-mos o limite, todos os sites ficaram indisponíveis.</p>
<p>A configuração de domínios parqueados e domínios adicionais é feita pelo cliente directamente no painel de administração do site. Esses domínios poderão ter <strong>contas de e-mails diferentes</strong> do domínio principal e, ao serem configurados a apontar para pastas do site, poderão comportar-se quase como sites distintos. Para os domínios adicionais ou parqueados podemos criar <strong>contas de FTP independentes</strong> para aceder directamente às pastas e ficheiros de cada domínio.</p>
<p>Podemos criar <strong>subdomínios</strong>, como por exemplo, forum.demoura.eu, em vez de registar novos domínios. Será uma forma de criar mini-sites e que não acarreta custos. Com o <strong>painel de administração</strong> do alojamento podemos configurar vários aspectos do nosso plano, desde criar emails, verificar estatísticas, criar base de dados, configurar subdomínios e domínios adicionais, fazer cópias de segurança, gestor de ficheiros do site, instalar software via os scripts do <strong>Fantastico</strong>. Os scripts <strong>fantastico </strong>permite instalar várias aplicações no nosso servidor desde blogues, forums, gestores de conteúdos e algumas dezenas de aplicações web.</p>
<p>Se pretendemos alojar um sistema de blogues ou alguma aplicação web, precisamos de saber quais são as <strong>linguagens de programação</strong> e <strong>base de dados</strong> disponíveis para verificar se o plano serve os nossos objectivos. Na maior parte dos serviços de alojamentos podemos usar <strong>php, perl e base de dados MySQL</strong>. Para ter um blogue como este, precisamos de php e uma base de dados. O número de base de dados poderá ser limitada, podemos ter na mesma base de dados várias aplicações, mas em termos de organização convinha ter uma base de dados por aplicação.</p>
<p>Chegamos finalmente à última parte do artigo, vou falar nos <strong>termos de serviço</strong> implementados pelas empresas de alojamento. Como a aquisição do serviço de alojamento é um contrato entre duas partes, cada um tem direitos e obrigações. Nos termos de serviço ou termos de uso vamos encontrar algumas regras que temos que obedecer sobre eventual retirado do site. Estas regras puderam limitar o conteúdo do site de alguma forma. Por isso é conveniente ler as letras miudinhas para não termos dissabores mais tarde.</p>
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